SENSIBILIZAR PARA EDUCAR – EDUCAR PARA TRANSFORMAR
AGIR PARA VER ACONTECER

SEMEARTE
SEMEAR EM TI
A ARTE DE BIOCONSTRUIR
O PORVIR
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SEMEARTE
SEMEAR EM TI
A ARTE DE BIOCONSTRUIR
O PORVIR
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Três viajantes cruzavam juntos as montanhas do Himalaia, discutindo a importância de colocar na prática tudo aquilo que aprenderam no plano espiritual.
Estavam tão entretidos na conversa, que somente tarde da noite se deram conta que carregavam apenas um pedaço de pão.
Resolveram não discutir sobre quem deveria comê-lo; como eram homens piedosos, deixariam a decisão nas mãos dos deuses. Rezaram para que, durante a noite, um espírito superior indicasse quem receberia o alimento.
Na manhã seguinte os três se levantaram junto com o nascer do sol.
- Eis o meu sonho – disse o primeiro viajante. – eu fui carregado para lugares onde antes nunca estive, e experimentei a paz e a harmonia que tenho buscado em vão em minha vida terrena.
No meio de tal paraíso, um sábio de longas barbas me dizia: “ você é meu preferido, jamais buscou o prazer, sempre renunciou a tudo. Entretanto, para provar minha aliança contigo, gostaria que experimentasse um pedaço de pão.”
- Muito estranho – disse o segundo viajante. – Porque, em meu sonho, eu vi meu passado de santidade, e o meu futuro de mestre. Enquanto olhava o que está por vir, encontrei um homem de grande sabedoria, dizendo: “você precisa comer mais que seus dois amigos, porque terá que liderar muita gente, e necessitará de força e energia.”
Disse então o terceiro viajante: – Em meu sonho eu não vi nada, não visitei lugar nenhum, não encontrei nenhum sábio. Entretanto, a determinada hora da noite, despertei de repente. E comi o pão.
Os outros ficaram furiosos:
- E porque não nos chamou antes de tomar esta decisão tão pessoal?
- Como poderia fazê-lo? Vocês estavam tão longe, encontrando mestres e tendo visões sagradas! Ontem discutimos a importância de se colocar em prática aquilo que aprendemos no plano espiritual. No meu caso, Deus agiu rápido, e me fez acordar morrendo de fome!
(esta história é atribuída ao sábio Mohammed Gwath Shattari)

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A HORA É ESSA E NÓS TEMOS QUE PLANTAR !!!
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O Buda, muito longe de negar que havia um Absoluto, garantiu que aqueles que alcançassem a iluminação deveriam se fundir com Isso e assim perceber a Realidade em oposição ao mundo das ilusões e dos fenômenos. O que ele realmente disse, contudo, que tem levado pessoas a acusarem-no de ateísmo, é que não temos nenhum meio de expressar qualquer coisa sobre Isso. Palavras pertencem ao universo dos fenômenos e são aplicáveis apenas à ele. Quando alguém vai além dos fenômenos, em direção à Realidade, palavras precisam obrigatoriamente ser deixadas para trás. Nenhum ensinamento, nenhuma descrição, nenhum pensamento podem expressar o Absoluto — mas podemos experimentá-lo, se suficientemente evoluídos.

O que Buda combateu, foram as numerosas tentativas que foram feitas, estão sendo feitas e continuarão a ser feitas, de dizer que o Absoluto é isso ou aquilo, um Deus pessoal, um Criador, um Deus-Pai. Ele insistentemente recusou responder qualquer pergunta sobre o assunto porque isso era inexprimível em palavras. Ele não iria permitir a seus discípulos imaginar um Absoluto a semelhança deles, como é a tendência do homem em todo lugar. Ele assinalou sutilmente que é melhor se ajustar para tentar alcançar a iluminação e, assim, experimentar o Absoluto por si próprio, em vez de perder tempo tentando ineficazmente falar sobre isso, já que nada que possa ser dito sobre Isso pode ser verdade em absoluto. Palavras iriam inevitavelmente modificá-Lo e moldá-Lo, resultando no máximo em uma aproximação grosseira. Palavras podem ser verdadeiras apenas em certo nível, mas apenas nesse nível, portanto serão apenas verdades relativas. Assim, como um entendimento que só funciona por meio de palavras pode conter o que não pode ser colocado em palavras? Apenas pela experiência direta.
Se esse fato tivesse sido assimilado, à custa do orgulho humano, teria havido muito menos intolerância, violência e sofrimento cometidos em nome da religião, entre os vários adeptos de seus próprios credos; todos afirmando de maneira confiante e dogmática que somente eles receberam a Verdade e que todos os outros estão errados e devem ser salvos de sua ignorância voluntária.
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NO SANTUÁRIO ECOLOGICO PARA VIDA ANIMAL RANCHO DOS GNOMOS
TIVE A OPORTUNIDADE DE ESTENDER O PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA OS FUNCINÁRIOS

Dois dias por semana eu tinha 30 minutos para estar com grupo.
Esta estradinha fica a uns trezentos metros da entrada do Rancho.
O acúmulo de lixo entupiu a tubulação de esgoto destruindo de forma erosiva parte da estrada.
não tive dúvida:
Fui para dentro do buraco.
Pessoas que passavam foram parando para ver e ouvir o que estava acontecendo.
O aspecto deprimente do local serviria como ótima ferramenta eco-pedagógica para uma aula prática sobre questões ambientais que,destavez,não estavam longe,do outro lado do mundo pela televisão,mas ali quase interrompendo o acesso de muitos trabalhadores que sem a estradinha teriam de dar enorme volta gastando muito mais tempo para realizar um pequeno percurso.
Falamos sobre lixo, reciclagem, assoreamento e etc.
Com o tempo os funcionários passaram a exercer parte das prática em suas casas.
Era habitual na vizinhança, segundo Eliana,responsável pelas delícias que saíam da cozinha do Rancho, dar um nó na sacolinha de lixo e jogar pela janela que dava justamente no rio que passava atrás de sua casa nas proximidades do Santuário…
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Que uma pedra ou uma planta. Dizes-me: sentes, pensas e sabes Que pensas e sentes. Então as pedras escrevem versos? Então as plantas têm ideias sobre o mundo? Sim: há diferença. Mas não é a diferença que encontras; Porque o ter consciência não me obriga a ter teorias sobre as coisas: Só me obriga a ser consciente. Se sou mais que uma pedra ou uma planta? Não sei. Sou diferente. Não sei o que é mais ou menos. Ter consciência é mais que ter cor? Pode ser e pode não ser. Sei que é diferente apenas. Ninguém pode provar que é mais que só diferente. Sei que a pedra é a real, e que a planta existe. Sei isto porque elas existem. Sei isto porque os meus sentidos mo mostram. Sei que sou real também. Sei isto porque os meus sentidos mo mostram, Embora com menos clareza que me mostram a pedra e a planta. Não sei mais nada. Sim, escrevo versos, e a pedra não escreve versos. Sim, faço ideias sobre o mundo, e a planta nenhumas. Mas é que as pedras não são poetas, são pedras; E as plantas são plantas só, e não pensadores. Tanto posso dizer que sou superior a elas por isto, Como que sou inferior. Mas não digo isso: digo da pedra, «é uma pedra», Digo da planta, «é uma planta», Digo de mim «sou eu». E não digo mais nada. Que mais há a dizer?
FERNANDO PESSOA
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ÁGUA ME POUPE!
Junto com Priscila Teixeira, a “Baiana”, criei esta performance há algum tempo, lá pelas bandas do Paraná. Acho que era 2005. Totalmente estilo mambembe.
Aproveitamos o material que temos. Reusamos,Reciclamos etc…

(esta foto foi tirada na vila de Apeú,Castanhal-Pará) Hoje junto com membros da ONG Caravana Arcoiris por La Paz (foto) apresentamos para crianças, jovens e adultos fazendo educação ambiental com seriedade e muita diversão.
A peça é simples:
A água, pura, dança e nem percebe que, enquanto um cidadão “sem noção” passa e vai jogando pelo chão todas as embalagens do que consome, a poluição vai crescendo e tomando conta do pedaço!
Eis que aparece uma dupla de cidadãos com consciência ambiental e mostram a lixeira como sáida. Puxam os lixos que estão pendurados na poluição que vai perdendo força até desabar.
Encerramos cantando Xote Ecológico de Luiz Gonzaga.
Mais detalhes só vendo, né!?
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Um dia morreu o guardião de um mosteiro Zen. Para descobrir quem seria a nova sentinela, o mestre convocou os discípulos e disse: – O primeiro que conseguir resolver o problema que eu vou apresentar assumirá o posto. Então numa mesa que estava no centro a sala colocou um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza. E disse apenas: – Aqui está o problema! Todos ficaram olhando a cena: o vaso belíssimo, de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro! O que representaria? O que fazer? Qual o enigma? De repente um dos discípulos saca da espada, olha para o mestre, dirigi-se para o centro da sala e… Zazzz! Com um só golpe destruiu tudo. – Você é o novo guardião. Não importa que o problema seja algo lindíssimo. Se for um problema, precisa ser eliminado.
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